domingo, 26 de abril de 2015

VOANDO NAS ASAS


VOANDO NAS ASAS


VOANDO NAS ASAS


VOANDO NAS ASAS


VOANDO NAS ASAS


Respondendo às bênçãos de Deus 27 de fevereiro A Tua benignidade, senhor, chega até aos Céus, até às nuvens,a Tua fidelidade. Salmo 36:5 Eu me chamo Ismael Calle e tenho uma empresa de transportes pesados. Quando tinha um ano de idade, fui entregue a meus tios e cresci na fé. Aos 15 anos, conheci meus verdadeiros pais e entendi que o Senhor prepa­rara nosso caminho. Cheguei à cidade de Cochabamba em 1980 e comecei a trabalhar com minha esposa, Miguelina de Barco, com transporte pesado. Nesse tempo, conheci a família Navallo, que me acolheu como parte de sua família e pude desenvolver maturidade espiritual, graças ao estudo diário do Semi­nário de Enriquecimento Espiritual "Minha vida na Presença de Cristo". Assim, eu e minha família fizemos um pacto de fidelidade com nossos dízimos e ofertas. Depois dessa decisão, passamos por muitas dificuldades, mas nada nos afastou da decisão de ser fiéis. Por causa de nossa atitude, Deus recompensou nossa fidelidade e nos fez prosperar grandemente em nosso negócio. Então sentimos a necessidade de trabalhar para Deus e co­meçamos a apoiar as campanhas de evangelismo e os projetos de constru­ção de igrejas, mas o trabalho de apenas uma família não era suficiente. Por isso, ao conversar com alguns amigos - empresários adventistas -, surgiu a ideia de nos unirmos e fazermos grandes obras para o Senhor. Hoje, com muita alegria, faço parte do grupo de Empresários Adventis­tas que se dedica a apoiar a construção de quatro novos templos e a colabo­rar com o evangelismo. "Todas as coisas que o homem desfruta são devidas à graça de Deus. Ele é grande e bondoso Despenseiro de todos os benefícios. Seu amor é relata­do nas abundantes providências que tomou para o homem. Ele nos concede um tempo de graça em que nos cumpre formar o cárater para a eternidade" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 385).




















Fazendo o que é certo 20 de fevereiro Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2:10 Alana é a única adventista de sua família. No mesmo ano em que foi batizada, iniciou sua graduação em Direito. Escolheu o período matutino para estudar e, durante sete semestres, não teve problemas com o sábado. No entanto, no fim do quarto ano, duas disciplinas seriam ministradas so­mente aos sábados. A estudante orou a Deus pedindo que o dia dessas matérias fosse muda­do e uma delas realmente foi transferida para o meio da semana. Ela ficou agradecida, pois sabia que, de alguma forma, o Senhor derrubaria as demais barreiras. Alana se inscreveu na outra disciplina, confiante de que Deus faria um milagre. Redigiu um documento e o encaminhou ao coordenador. A respos­ta foi fria e desinteressada: "A escolha de seguir essa religião é sua. Agora, arque com as consequências", ele disse. Decepcionada, tentou um recurso administrativo junto ao colegiado da instituição, esperando que, com a ajuda dos professores, fosse mais fácil cursar a matéria. Entretanto, seu pedido foi novamente negado e alguns professores até zombaram do motivo que os levou àquela reunião. A essa altura, Alana começou a cogitar a ideia de comparecer ao menos um sábado à faculdade. Afinal, essa atitude solucionaria seus problemas, pensava. Porém, logo percebeu que estava sendo tentada a transgredir a Lei de Deus. Pagar e cursar essa matéria em outro curso era uma hipótese inviável, pois ela não tinha condições financeiras. No fim daquela semana, Alana foi à igreja, como de costume, e colocou tudo nas mãos de Deus, pois ela já havia feito o que estava ao seu alcance. Na segunda-feira, ela foi chamada à sala do coordenador e, para sua surpresa, ele pediu desculpas por ter agido daquela maneira. Ressaltou que vários professores haviam intercedido por ela após a reunião, e que ele tinha decidido ajudá-la. As aulas de sábado foram transferidas para quinta-feira à noite, e ela pôde se formar com seus colegas de classe. No dia de sua formatura, foi honrada com uma medalha de honra ao mérito por ter sido a melhor aluna da classe.